sexta-feira, 24 de junho de 2011

Quadrilha

Tem sido dias difíceis esses últimos...
Dias inusitados, inesperados, impensados, mas já que aconteceram, como boa capricorniana que sou, eles estão sendo "encarados"! rss

Reencontrando uma amiga minha essa semana lá em "Arraial", ela logo me perguntou:
- "I como vai tú?" 
To muito bem não "minha velha" mas vou melhorar!
- Vai sim filha! Você é muito importante para o mundo! Você nasceu para ser feliz! Nasceu para amar e ser amada! Você tem amor, tem luz, tem caminho, tem vitória! Não se preocupe!

Emocionadíssima, só me restou responder: Ai ai... Se são "vocês" quem dizem quem sou eu para duvidar?! rs
 
Kaô Cabecile meu pai! Que sua Justiça prevaleça sempre na minha vida e na de meus familiares e amigos!

Viva São João! Viva nossa força! Viva a vida!

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Esse papo todo me deu saudade de uma quadrilha como as da infância!
Quando eu ficava "lá de casa" escutando o "Pilin" (pipoqueiro famoso que fazia esse som com sua carrocinha - Que sacada de marketing já naquela época hein?!) e assim fico conhecido por nós crianças que amávamos não só sua pipoca mas também suas marcações de quadrilha! Por onde será que anda?

Bom demais! Assim como ele, tinham vários que disputavam nas noites frias que antecediam as quadrilhas o som alto para o ensaio e com isso a "disputa" pela melhor marcação e quadrilha mais animada! Eu sempre ficava no muro com as crianças da vizinhança tentando advinhar de qual lado vinha o som e mesmo de longe, sentíamos como se estivesse lá!
Sempre fui tímida então nunca dancei (sou frustrada até hoje por isso). Minha mãe até que tentava mas eu me recusava! Cheguei ao cúmulo de um ano fazer roupa e não dançar só para realizar ao menos parte da vontade! kkkkkkkkkk
Coisas de Ana! Não. Isso é coisa da Cris! A Ana é mais ousada. A "Ana" nasceu com força total após os 30! rss
Mas, ainda assim, amavaaaaaaaaaaa ouvir as cantigas, os gritos, enfim, a cultura! 
Até hoje amo o mês de junho e as festas de meus queridos "Santinhos": Santo Antonio (a quem eu sempre chamei carinhosamente de "Toinho" principalmente quando ainda fazia parte da Paróquia de Santo Antônio no bairro onde nasci - mas, que fique bem claro! sempre tive medo de colocá-lo de cabeça para baixo ou no freezer! Coitado gente!). Esse ano até que eu repensei mas não coloquei não! eu juro! kkkkkkkkk
Fora ele, São João e São Pedro. Afinal, em Niterói e São Gonçalo, festa Junina sempre foi coisa séria. E Certa. rss

Assim como passo por um novo processo de recomeço, resolvi sacudir - mais uma vez a poeira - e fazer uma das coisas que realmente curto: Blogar!

Simbora meu povo! Para frente é que se anda! Anarriê só mesmo na marcação de quadrilha! ;)



*Crédito da Belíssima Imagem: Aracy (Retirada do Google)


Pula a fogueira, Iaiá 
Pula a fogueira, Ioiô 

Pula a fogueira, Iaiá 
Pula a fogueira, Ioiô 
Cuidado para não se queimar


Porque o fogo 
Da paixão
Pode invadir 
Seu coração


Pula a fogueira menina!
Pula a fogueira rapaz!
Há, nesta festa junina: 
Comida, bebida e paz...

Toda menina se agita,
Todo rapaz vai atrás...
A noite parece infinita,
Na festa, que a gente faz...



Pula a fogueira, Iayá
Pula a fogueira, Ioiô...
Chamusca o travesseiro de sentar...
Pois nesse terreiro
Você não vai usar...

Se o travesseiro Chamuscá
É porque ele sapecô...
Isso não é jeito de pulá
Com a vareta aberta
Só tem que queimá...
Pula a fogueira, Iayá
Pula a fogueira, Ioiô...

terça-feira, 14 de junho de 2011

Ainda não...

A ansiedade muitas vezes não é boa companheira!
Isso eu já sabia mas a vida bem que dá o jeitinho dela de "me chamar de volta" rs

Coragem não me falta, mas ela não dá conta de tudo sozinha!
Percebi hoje isso quando estive lá no Instituto para a segunda consulta e tive a notícia que não vou poder marcar a cirurgia ainda por não ter assistido a reunião mensal obrigatória (Na verdade assisti uma mas a exigência é de ao menos duas antes da marcação). Ok gente! com tudo isso não posso reclamar! 
Afinal, algumas pessoas demoram anos na fila, não tem como fazer a cirurgia ($) e o meu plano já autorizou e irá cobrir tudo já que ela (a cirurgia em si, o procedimento) está sendo motivado principalmente por uma esteatose hepática que deixou meu fígado gordo, com medidas alteradas e minhas taxas de sangue e glicose enlouquecidas. Então, ao contrário do que muitos pensam, não meu bem! a cirurgia não é "puramente" estética. E Não! meu IMC também não está enquadrado na categoria obesidade mórbida! Para eu topar uma bariátrica (que só quem encara sabe dos riscos e limitações), com certeza fui motivada por algo muito maior que minha "barriga grande"! Estou atrás de ter minha saúde de volta! 
*Não aguento mais dar essa explicação! rss

Resumindo, é correr atrás agradecendo 24 horas por dia a Deus pelo "conserto" ser possível. rs
Engrenagem complicadinha nosso corpo né? Mas, vai dar tudo certo! Eu creio!

Enfim, a "porrada maior" ficou por conta da notícia que não poderá ser por vídeo e sim aberta devido a "gravidade" do tamanho do fígado. Isso quer dizer "Cicatriz" e uma porrada nos meus últimos resquícios de vaidade. Já que talvez isso queira dizer o afastamento da possibilidade de usar biquíni de novo.

Mas... a saúde é muito, mas muito mais importante para mim do que qualquer cicatriz ou quelóide.
Sustos (e surtos) a parte, repensei meus valores, levei esporro da magnífica Dra Aleluia, das minhas amigas Dri, Dea e Lelê (elas sempre me chamam de volta para a "Terra") e resolvi não desistir! rs 
É continuar encarando... esperar a hora certa! Continuar acreditando que Deus sabe de todas as coisas, que "tudo acontece na hora certa", e, principalmente que não estou sozinha nessa!

                                                        ******************
                            Casulo da Borboleta: Símbolo da Gastroplastia

Um dia, uma pequena abertura  apareceu em um casulo.

Um homem sentou e observou a borboleta por  várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu  corpo passasse através daquele pequeno buraco.


Então  pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.

O homem  decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do  casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.

O homem continuou a observar a  borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se  abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se  afirmar com o tempo. Nada aconteceu!

Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca  foi capaz de voar.

 O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar  não compreendia era que o casulo apertado e o esforço  necessário à borboleta para passar através da pequena  abertura era o modo com que Deus fazia  com que o fluido do corpo  da borboleta fosse para as suas asas, de modo que  ela estaria pronta  para voar uma vez que estivesse livre do casulo.

"Algumas vezes, o  esforço é justamente o que precisamos em nossa vidas. Se Deus  nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer  obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não  iríamos ser  tão fortes como poderíamos ter sido. Nós  nunca poderíamos voar."

(Desconheço o Autor)